sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

Por que a humanidade está se autodestruindo?

Escrevo sem a menor pretensão literária, apenas por observações ao longo do tempo e algumas reflexões que gostaria de compartilhar com as pessoas. Em Brasília uma vez assisti a uma palestra em que o professor iniciava com um impacto. Quase gritando ele dizia: “desde o início do mundo já houve milhares de guerras que mataram milhões de pessoas” e complementava com dados estatísticos surpreendentes sobre os inúmeros grandes conflitos mundiais. 

Os dias e anos passaram e o acompanhamento da vida na área internacional, com a facilidade que temos hoje em razão das mídias, das notícias de toda ordem que nos chegam quase em tempo real, comprova que a humanidade se autodestrói violentamente.

São conflitos de toda a natureza: políticos, religiosos, étnicos, raciais, que dia a dia vão exterminando a nossa própria raça humana, além das possibilidades de se acabar repentinamente o mundo inteiro em razão de artefatos nucleares. E ainda há o terrorismo internacional que distribui e ataca indiscriminadamente em qualquer lugar, a qualquer hora.

Chega a ser ridículo observar que o homem tem aqui na terra inúmeras possibilidades de coexistência pacífica. Mas por interesses múltiplos se desviam desse caminho. Os conceitos do Bem e do Mal também não são convergentes em todos os países. Há grupos, por exemplo, que matam pessoas, dizimam famílias, alegando agiram em nome de Deus.

As grandes guerras mundiais deixaram marcas de loucura e de destruição nos povos. E quase, por muito pouco, uma liderança extravagante conseguiu dominar todo o mundo inteiro. Milhares de judeus foram perseguidos, países invadidos e subjugados. Um fato histórico lamentável sob todos os aspectos.

A violência humana em nosso país também é inconcebível. A banalização das mortes bárbaras, dos assaltos, assassinatos, faz parte do cotidiano, infelizmente. E parece que nada fazemos para corrigir isso, para mudar de rumo, para que as pessoas pratiquem o Bem e não o Mal. Que final triste o mundo terá daqui a algum tempo!

O que o livre arbítrio pode causar quando a humanidade estiver nas mãos erradas? Ninguém pode de sã consciência prever. Mas uma projeção pode ser feita, com a escalada dos conflitos e dos grupos radicais, que geram por sua vez, atos de defesa por parte dos alvos potenciais e mais insegurança e violência.
 
Na observação de nossos criadores, o que achariam disso tudo? Tendo por base os princípios normais (e de nosso entendimento do que é certo) eles diriam mais ou menos isso: que pessoal mais idiota! Possuem uma área física enorme com muitos recursos naturais, alimentação que poderia ser farta para todos. Inteligência para algumas coisas, tipo avanços tecnológicos, mas em outro ponto de vista totalmente desumanos. E com tudo de bom para a vida escolhem caminhos para se autodestruir.

O mundo é assim desde o início, com as guerras de conquista. E a humanidade seguiu os passos bélicos ao longo dos tempos. A ganância dos povos é impressionante. O lucro faz com que a indústria de armas para as incontáveis guerras não para de crescer.

Seremos um laboratório terrestre, perdido na imensidão do Universo? Para onde iremos depois de nossa morte física? Como será nossa classificação de risco em um ambiente espiritual?


Veremos algum dia quando o mundo acabar. E ele vai acabar um dia, você vai morrer... E eu também, parafraseando o ilustre mestre Mario Sergio Cortella. Espero que cada um de nós faça sua parte para minimizar os estragos gerais produzidos pela própria natureza humana... 

E se tiver um galo cantando no palco, será multado pela Ordem dos Músicos?


Foi bem assim: época de carnaval e nosso Conjunto Big Brasa tinha sido contratado para animar quatro bailes no Clube Recreativo Cascavelense (CRC). O ano: 1980. Tudo acertado. Então resolvemos alugar uma casa em Cascavel para que nosso pessoal todo (músicos, técnicos auxiliares e “bigus”) ficasse em segurança depois dos bailes, tendo em vista que o deslocamento para Fortaleza, após as festas, seria inviável e muito perigoso, além de encarecer consideravelmente os custos daquela empreitada. E isso foi feito normalmente.

Contrato registrado na Ordem dos Músicos

A profissionalização e o respeito às regulamentações sempre nortearam as ações do Conjunto Big Brasa, seguindo as orientações que recebi de meu pai, Alberto Ribeiro, até quando completei meus 18 anos e segui em frente administrando o Conjunto Big Brasa. Partindo deste princípio tínhamos todos os contratos registrados na Ordem dos Músicos, no Sindicato dos Músicos e, quando necessário, na Delegacia Regional do Trabalho, no Ceará (DRT-CE). Este contrato foi por mim postado no Facebook, em um grupo que mantemos sobre o período. O valor contratado foi de R$ 140.000,00 (cento e quarenta mil cruzeiros), que sinceramente não sei dizer ao que corresponderia na atualidade! Uma cópia deste Contrato está abaixo, com a relação dos músicos, para detalhar e registrar para os amigos como talvez um documento "relíquia". As demais imagens apenas para ilustrar nais este pequeno traço de memória.

Os bailes de carnaval em Cascavel

E iniciamos o carnaval: todos os equipamentos montados no CRC, algumas caixas de som instaladas na parte superior da estrutura do salão de forma a bem distribuir as vozes e os sons dos instrumentos para todos os presentes de uma forma melhor possível. Infelizmente não temos registros fotográficos da época, apenas uma imagem de um de nossos transportes e de parte de nosso equipamento de som, na sede do Conjunto Big Brasa.

Uma conferência complicada

E começamos a tocar o carnaval. Primeira festa, tudo normal e dentro do esperado. Apenas vale lembrar a dificuldade que o nosso grupo teve para contar a importância recebida no primeiro dia, que depois foi acertada pelos dirigentes do Clube (os contratantes, no caso). Foi assim: após o encerramento da primeira festa, quando nosso pessoal iniciava o desligamento e guarda dos instrumentos, inesperadamente (talvez na ânsia de pagar logo o Conjunto) chegou uma pessoa vinda da Secretaria do Clube com um jornal estirado, um embrulho, subiu ao palco e disse para mim que era o dinheiro correspondente ao primeiro dia de carnaval (uma desorganização total nas cédulas).

Pois bem, olhando para “aquilo” tive a ideia de chamar o amigo e nosso pistonista Mairton Vitor dos Santos (in memoriam) para me ajudar na contagem do dinheiro, porque ele na época era funcionário de um banco de Fortaleza, exercendo a função de Caixa. Portanto, tinha mais prática do que eu na conferência, no manuseio de cédulas. Imaginem a cena: eu e o Mairton, em uma salinha na lateral do palco, para contar o dinheiro. Pois bem: colocamos o jornal no chão, com aquele monte de dinheiro miúdo em pacotes e começamos a contar. Pasmem: dificilmente um pacote exato de R$ 100.00 (cem cruzeiros)! O Mairton não parava de rir e uma hora disse: “que marmota é essa, rapaz, está tudo errado aqui!” Porque tinha pacote com 95, 105, 90 cruzeiros e daí a diferença começou a ficar grande, contra nós, ou seja, faltando dinheiro. Interrompemos a contagem, eu juntei tudo aquilo e fui, no meio de muitos foliões que ainda circulavam pelo Clube, devolver a grana na Secretaria. E informei: “olhem pessoal, neste início já estão faltando R$ 400 cruzeiros. Vocês confiram aí direito e depois nos pagam”. E eles assim o fizeram. Depois de uma meia hora retornaram com a importância certa.

Ameaça de multa e notificação, por um “fiscal” da Ordem dos Músicos

O fato principal – e inusitado - ainda estava por acontecer: no segundo dia a festança carnavalesca tece início. A orquestra Big Brasa iniciou com muita animação. Tocávamos marchinhas e tínhamos ensaiado com instrumentista de sopro que não participavam do Conjunto Big Brasa normalmente. Eram contratados apenas para os bailes de carnaval. Participavam da festa, no Conjunto Big Brasa, o amigo Marcílio Mendonça, excelente cantor, além de músicos como o Edir Bessa (nas percussões) o próprio Mairton (como pistonista) e eu, João Ribeiro, guitarra e teclado, além de outros músicos. Todo mundo registrado no Contrato, na OMB, conforme o que determina a legislação.

Um diretor do Clube cantando uma música!

Nós, dos conjuntos musicais, podemos controlar muita coisa em um palco, mas dificilmente impedir que um diretor de clube, por exemplo, que soubesse e tivesse vontade de cantar uma marchinha de carnaval conosco. E foi o que aconteceu. Ele subiu ao palco e pediu para cantar um pouco uma determinada música, que eu não lembro qual era (que estava sendo tocada na hora). E cantou por alguns e poucos minutos, normalmente, após o qual nos agradeceu e desceu do palco para retornar aos foliões. Tudo na mais perfeita normalidade e sem nenhum incidente.

A fiscalização da OMB

Pois bem, no intervalo da festa, enquanto todos os músicos lanchavam e descansavam um pouco, fui chamado por duas pessoas que se identificaram como fiscais da Ordem dos Músicos (deveriam ter sido contratados para isso, para fazer uma fiscalização mais eficiente, porque a OMB não poderia ter pessoal suficiente para cobrir todo o Ceará em um carnaval).

Vendendo dificuldades para cobrar facilidades!

E o fiscal mostrou uma cópia do contrato, com nove músicos nele registrados, dizendo que tinha “mais um cantando, mas que não estava no papel...” E eu comecei a explicar para aquele fiscal que tinha sido um diretor do Clube que pediu para cantar aquela música etc. Explicava, mas o cara nem olhava direito, dizendo que iria autuar e multar o Conjunto.
 
Nesta hora o Mairton, que ouvia tudo ao lado, em pé, chegou para esse fiscal e perguntou, ironicamente, com aquela voz engraçada que ele tinha quando estava invocado: “Quer dizer que se tiver um galo no palco cantando você multa o conjunto?” No que o cara respondeu de imediato: “Multo sim, se tiver no palco eu multo!”. Achei um verdadeiro absurdo, muita ignorância, falta de preparo daquela pessoa. E eu retruquei no mesmo tom, firmemente: “Pois pode multar! Mas o faça logo porque temos que retomar a festa”.

Então o tal fiscal preencheu um documento e pediu para que eu assinasse (devia ser uma notificação). Eu nem li direito, tal a agitação, o nervosismo pela falta de bom senso daquele fiscal e assinei o documento. E eles foram embora. Não apareceram mais até hoje – O que pretendiam, “não colou” conosco. E a festa continuou normalmente e as outras noitadas também. Por sinal foi um dos carnavais mais animados que participei, junto a amigos músicos responsáveis, alegres, o que tornou fácil nossa organização.  

O carnaval acabou e não recebemos nenhuma notificação da Ordem dos Músicos.  Hoje concluo que aquele elemento, tal como é costume no Brasil até hoje estava criando dificuldades para cobrar facilidades. Queria naturalmente que nós pagássemos alguma coisa para ele não autuar o Conjunto. Mas nesse dia quem “dançou” foi ele mesmo. Porque não concordamos e não compactuamos com aquele mau funcionário. Fica aqui o alerta para os novos músicos profissionais.

Na primeira oportunidade em que eu estive na Ordem dos Músicos relatei o fato e pedi para ver a tal notificação, ou sei lá que tipo de documento tinha sido feito. E a resposta do Presidente da Ordem para mim foi de que “nada tinha sido observado contra o Conjunto Big Brasa em fiscalização nenhuma”. E ponto final.  

Fica o registro desse episódio para que outros músicos, que agora iniciam, procedam da maneira correta e dentro da lei para ficarem sempre tranquilos.

 


  

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

O começo de tudo! Eu nem sabia afinar um violão...


Aproveitando alguns traços de memória resolvi complementar muita coisa do que escrevi em meu livro “O Big Brasa e Minha Vida Musical”, lançado em 1999. Pretendo detalhar mais a estória que marcou um período inesquecível para muitos de nós.

O começo de tudo

Quando criança eu tive um começo de formação musical com Acordeon, ainda em São José dos Campos. A professora era Dona Ivone. Entre os passos iniciais aprendi a tocar primeiramente no teclado a música Rosa Maria. Depois recebi de presente uma sanfona de 8 baixos, de minha mãe, e posteriormente uma de 80 baixos. Com ela eu continuei em Fortaleza, onde tive algumas aulas com o professor João Colares.

Nas fotos ao lado estão, respectivamente, a de um de meus aniversários, em São José dos Campos, ao lado da família e com o Acordeon e o papai segurando minha primeira sanfona de 8 baixos (ele não tocava, mas gostava demais de música).

Aprendendo violão

Nunca tinha pensado em um violão. Mas aos 14 anos tive vontade de aprender. Não sei como consegui o meu primeiro violão. Lembro bem que eu saía ao final das tardes para ir à casa do “Zé da Senhora”, um jogador de futebol de Messejana, para que ele afinasse o meu violão. E ele, pacientemente, depois da afinação, tocava para mim a Marcha dos Marinheiros, que eu viria a aprender depois.

Ao mesmo tempo tenho boa lembrança de dois irmãos, que também moravam mais ou menos perto de minha casa. Também os visitei e comecei a vê-los tocar tanto a Marcha dos Marinheiros, quanto algumas valsas do Dilermando Reis. E voltava entusiasmado com o pouco que aprendia. Passava horas e horas treinando o que tinha aprendido. Era muito diferente do que existe hoje em dia, com as cifras, com as músicas na internet, com todos os meios possíveis. Naquele tempo não existia moleza e se alguém quisesse aprender tinha que malhar muito, se dedicar muito. Isso no meu caso, que não tinha condições de frequentar aulas para que o avanço fosse mais rápido.

Como aprender rapidamente?

Faço questão de frisar, para aqueles que têm vocação para música e desejam aprender algum instrumento musical, que para isso há a necessidade de foco, de muito estudo, de prática constante, para que venha o aprendizado. Vejo muitas pessoas dizerem “eu quero aprender a tocar guitarra, ou violão”... Mas simplesmente não se dedicam. Ou seja: desse modo não vai aprender mesmo, pois tudo na vida exige dedicação.

E saindo das marchas e valsas logo surgiram algumas músicas modernas que podia tocar com o violão. Estava feita a festa, como se diz. Na época reunia em casa amigos de infância com os quais podia tocar, cantar um pouco, fazer dublagens, utilizando também as famosas radiolas ou eletrolas (o dicionário do Word nem reconheceu essas palavras e eu tive que adiciona-las!)... 

Mas bem, prosseguia a vida e eu estava acompanhando algumas músicas, solando algumas valsas e marchinhas e prestes a começar o gosto pelo instrumento.

Ao mesmo tempo, quando estudava no Colégio Cearense Sagrado Coração (Marista), tocava com colegas no auditório, onde existia um piano, um contrabaixo (sem trastes) e um violão elétrico. E minha vida passou a ter uma complementação, além do Acordeon, com os instrumentos de corda. Isso tudo e mais o futebol (de campo e de salão) detonaram completamente o ano seguinte para mim (fui reprovado em cinco matérias)...

Tivemos a época das serenatas, com violões, escaletas (tipo de instrumento de teclado, mas com sopro) e muita música para as meninas da área. Tudo em um ambiente seguro, visto que na época onde morava não havia perigos como os de hoje em dia. Ensaiávamos as serenatas na casa de algum colega e depois passávamos em algumas casas escolhidas para as serenatas e a volta se dava em uma total tranquilidade.

O Conservatório de Música Alberto Nepomuceno

Mais tarde, quando fiz Licenciatura em Música, no Conservatório de Música Alberto Nepomuceno, na primeira a turma depois que a entidade fora encampada pela Universidade Estadual do Ceará (UECE), fazia as cadeiras de prática instrumental e estudei alguns meses com o professor José Mário (que me ensinou a ler as partituras, a tocar na posição correta, exercitar escalas diversas a fim de melhorar meu desempenho técnico).

E então eis que surgiram as guitarras no cenário musical. Comprei uma guitarra Giannini, de cor vermelha, e passava um tempão tocando. O meu foco principal passou a ser o “novo brinquedo”, que era a guitarra, e dela não soltava o tempo todo que pudesse dispor. Daí para a ideia de formação de um conjunto musical (que seria o futuro Conjunto Big Brasa) foi um pulo.

O embrião do Conjunto Big Brasa

Com apoio de meus pais compramos uma bateria usada e chamamos os amigos das serenatas para fazer o que seria nosso primeiro ensaio. Com as primeiras tentativas, certamente muito difíceis, começou uma jornada musical que marcou de forma acentuada minha vida e que até hoje faço questão de relembrar e contar para os mais novos.

Neste primeiro ensaio o clima era de expectativa e tensão em todos. Acredito que estavam comigo presentes os amigos Luciano Vasconcelos, Severino Tavares, além de meus primos Carlomagno Pereira Lima (in memoriam). Começamos a tocar alguma coisa e chamamos o Luciano para tocar bateria. Ele ficou indeciso, ao que me pareceu, e o Severino Tavares decidiu experimentar, mesmo nunca tendo sido baterista. E tocamos por horas. Daí para frente foi muito rápido. Estava no final de meus 14 anos e logo mais, aos 15 anos, o Conjunto Big Brasa viria a ser formado.

Muita coisa se passou e ainda persiste hoje em dia. E assim vamos aperfeiçoando e nos atualizando na medida do possível para não deixar de lado o encanto da música e fazer por merecer um dom divino, que é o da Música, um verdadeiro presente de Deus em nossa vida.

Agradecimentos especiais

Ao final gostaria de registrar os meus agradecimentos a todos aqueles que me ensinaram Música, desde a professora Ivone, passando pelos professores João Colares e José Mário, além de todos os outros que no Conservatório de Música fizeram que eu avançasse um pouco mais nas práticas de instrumentos, nos estudos de Harmonia, Técnicas Vocais, História da Música, Som e Ritmo, enfim, toda a bagagem de teoria musical que eu aprendi com eles. Dentre os meus colegas de Curso destacaria a hoje musicista famosa e educadora Elvira Drummond, a qual, pianista, fazia arranjos magníficos, com temas mais bonitos ainda, dos quais não esquecerei jamais. E o amigo Costa Holanda (excelente músico e maestro da Banda do colégio Pia Marta), de nossa turma, que pacientemente ficava a meu lado quando eu estava ao piano, copiando as melodias que eu fazia e me ensinando a escrita musical.

Não esquecendo, jamais o Zé da Senhora que me ensinou a afinar o violão e os dois irmãos, dos quais não recordo o nome, que também contribuíram e compartilharam o que sabiam comigo, dando um exemplo de boa vontade.

Grupo no Facebook

Além de blogs e vídeos nas redes sociais sobre a existência do Conjunto Big Brasa eu idealizei um grupo no Facebook, iniciado em 12 de agosto de 2012, que congrega quase 700 pessoas, sobre os Anos 60 em Fortaleza. Nele estão contidas postagens diversas, com fotografias, vídeos, estórias sobre este período inesquecível. Ver “Um grupo sobre a Jovem Guarda em Fortaleza